Meu querido diário digital, onde deixo registrado o nada que toma conta da minha cabeça. Bióloga, Professora e Chata!
quinta-feira, 11 de abril de 2013
E se cada um fizesse sua parte?
Essa busca pelo poder é tão estranha.
Mas achei um ponto de vista, o meu ponto de vista.
Tentando entender achei dois padrões e, apenas como exemplo, usarei os nomes Globo e Record para tentar caracterizar os personagens que me incomodam.
Reparem, apesar de o nome ser muito parecido com o de emissoras de televisão, não é delas que estou falando. Estou falando de pessoas que eu conheço, mas para não ser processada, vou usar esses nomes fictícios. Qualquer semelhança é mera coincidência.
As duas gostam de muito poder. Brigam por poder. Poder, seus benefícios e suas sujeiras: dinheiro, status, ego, melindre. Melindre, meu predileto.
A Globo gosta de mandar em tudo, gosta de tudo milimetricamente marcando e combinado. Não gosta que ninguém, nenhum de seus funcionários (amigos, parceiros), sobreponha seu nome. Não gosta de improvisos, gosta de controle. Controlar tudo. Todos que pensam igual são bem vindos. Caso não pense, deprecia o nome do desgosto. Eventualmente, para não parecer rancoroso.
A Record gosta de poder e aceitação. Ponto. Ela quer é ser aceita. Faz de tudo, inclusive, perder o senso do ridículo para obter atenção.
As duas são poderosas. E não precisar da ajuda e influência delas, quer dizer corte da lista dos bons e marcação automática na lista negra.
Essas pessoas me irritam.
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